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Nesta série, tenho pensado sobre os crânios a partir de três polos de referência: a formação do repertório visual da juventude, vinda do punk/metal; as alegorias Vanitas; e as calaveras mexicanas. Esse signo da mortalidade pode assumir leituras banais pela repetição, referindo-se tanto ao tempo de vida biológico do trabalhador como à multiplicação inerente à gravura.

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